No último dia 24, foram jogados três coquetéis molotov na sede da produtora do patético programa de “humor” Porta dos Fundos, já acostumado a atacar a fé e as tradições do povo brasileiro com o mesmo entusiasmo com que um verme ataca um corpo saudável. Ainda ontem um grupo de energúmenos, ostentando bandeiras integralistas e do Império do Brasil, convenientemente mascarados, assumiu a autoria do ato.

Temos excelente e fecundo diálogo com a Frente Integralista Brasileira; sabemos que os seus membros são cristãos e patriotas da mais alta respeitabilidade e correção, e jamais se prestariam a ato de insanidade, estupidez e verdadeiro suicídio político, sobretudo em momento em que veem o seu movimento crescer de modo considerável.

Ademais, os estilos do ato em nada se assemelham, antes o contrário, com a atuação costumeira das instituições cristãs, monárquicas e patrióticas em geral, fazendo-nos especular se não estaríamos diante de mais uma “false flag”, isto é, um atentado forjado com vistas a manipular a opinião pública, desviando a atenção, de modo muito oportunista, das recentes manifestações de vilipêndio e escárnio praticadas pelo Porta dos Fundos contra as nossas tradições cristãs, bem como do possível envolvimento de um de seus integrantes em outras condutas criminosas.

É correto considerar que os membros do ridículo Porta dos Fundos estão merecendo, já há muito, um belo corretivo (ao modo de outrora). No entanto, em face do evidente transtorno mental dos responsáveis pelo programa, imaginamos que o boicote e os abaixo-assinados sejam o suficiente…

Convém assinalar que os verdadeiros cristãos, monarquistas e patriotas, incluindo os integralistas autênticos, não deixariam de resolver as suas diferenças com quaisquer outros marginais que se comprazem em ofender os mais caros símbolos do povo brasileiro – mas, bom que se ressalte, às claras, sem máscaras e frontalmente. Os expedientes covardes constituem monopólio dos covardes; não temos nada com isso.

Fazemos questão de exprimir o nosso desprezo pela atitude temerária de certos grupos monárquicos (de atuação relevante, de resto), que, temendo as patrulhas ideológicas, não hesitaram em, a pretexto de defesa, fazer o jogo da chamada grande mídia, responsabilizando sumariamente “os integralistas” pelo ato contra o dito programa. Não se abandona um irmão, ainda mais inocente, no front de batalha, não obstante eventuais divergências.

Esperamos, por fim, que a Justiça desempenhe a contento a sua alta função.

Por Deus, pela Pátria e pelo Imperador.

São Luís, 26 de dezembro de 2019

Conselho-Diretor do Círculo Monárquico de São Luís

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