Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1960) no Palácio do Catete: recebe em audiência membros do Congresso Nacional, Rio de Janeiro, RJ. 17/3/1959

“…O Brasil perde com a morte de Plínio Salgado um de seus nomes mais ilustres, aquele que representa na vida do país uma página admiravelmente gloriosa.

Romancista, sociólogo, pensador, parlamentar, homem de ação política, dele partiu a primeira voz que, de costas voltadas para o mar, anteviu a necessidade da integração nacional, indicando às gerações moças as veredas dos Bandeirantes, rumando para o Oeste.

Seu valor literário lhe concede a autêntica palma da imortalidade e sua “Vida de Jesus” o inscreve entre as maiores expressões da cristologia.

Sinceramente convencido das transformações políticas, defendeu suas idéias bravamente, vindo posteriormente a tornar-se um evangelizador que levou a todos os cantos da pátria uma mensagem de civismo.

Guardo de Plínio Salgado uma recordação indelével e tenho certeza de que sua memória jamais se misturará à poeira dos anos porque ele deixa uma obra consistente e definitiva.(…)

Resta-nos o consolo da certeza de que o seu nome vai perpetuar-se como um símbolo iluminando o futuro.”

JUSCELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA, em carta a D. Carmela Patti Salgado, viúva de Plínio Salgado, a 18 de dezembro de 1975 (Plinio Salgado: “In Memoriam” (volume I – autores brasileiros) – São Paulo: Voz do Oeste: Casa de Plinio Salgado, 1985, pág. 225).

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