Tendo em vista a excelente e didática explanação realizada pelo ilustre professor Daniel Artur Branco sobre o pensamento de Evola e as distorções atuais de seus postulados conceituais publicada na página do Facebook da Associação Cívica e Cultural Arcy Lopes Estrella – ACCALE, segue as suas respostas aos textos escritos por um militante de uma certa organização brasileira defensora da teoria do russo Aleksandr Dugin.

Introdução 

Daniel Artur Branco – O Raphael Machado teve a ousadia de tentar refutar os meus 16 Pontos sobre Julius Evola, que daqui para frente chamarei de “16 pontos”. O parabenizo pela coragem, coisa que o seu amigo André não tem. Eu já havia discutido com ele em 2017. Mas como os meus “16 pontos”, que foram escritos naquele mesmo ano, foram recentemente publicados na página da ACCALE, ele resolveu fazer a sua tentativa.
Para quem pergunta do porquê de uma pessoa como eu, PHD em Filosofia e escritor publicado em português, espanhol e inglês, no Brasil, na Espanha e na Austrália, está a perder tempo com alguém tão insignificante no mundo acadêmico, dou a seguinte resposta: por mais que seja um fato que, ao escrever esta refutação, perco tempo, o faço
porque valorizo quem gosta do que escrevo e quem demonstrou o desejo de ler estas linhas.
Pois bem, confesso-me decepcionado com o texto do sujeito. Esperava, pelo menos, uma criatividade que apresentasse novas falácias. Mas o que ocorreu foi atranscrição das mesmas falácias antigas e a reduplicação destas em um número não pequeno de páginas.
Sendo um artigo que foi anunciado nas redes sociais como uma reposta a mim (e a ACCALE), ele não citou UM SÓ ponto dos meus “16 pontos” nem fez NENHUM diálogo direto com alguma asserção minha. Ele também ignorou vergonhosamente as conclusões do seu mentor maior, Aleksandr Dugin, de Claudio Muttie de Alain de Benoist sobre o que Evola pensava.
Os erros dessa paródia de artigo são tantos que tive que dividir esta refutação em quatro seções, cada uma centralizando um ou mais erros fundamentais do sujeito. As seções são Erro Hermenêutico, que é a primeira, Erro Epistemológico, a segunda, Erro Lógico, que é a terceira, e Erros Sintático-Semântico e Metodológico, quarta e última seção.
Leia os artigos na integra:

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