Velório do camisa-verde Nicola Rosica, publicada no A Offensiva, de 10 de outubro de 1934.

Hoje recordamos os 85 anos do martírio de Nicola Rosica, primeiro dos 31 mártires gloriosos do Movimento Integralista.

Rosica, morto em comício público no centro de Bauru, era um ferroviário pobre e deixava à miséria sua esposa e uma prole de dois filhos.

Tombou entre as bandeiras do Brasil e do Sigma. O assassino mirava Plínio Salgado. Rosica, vendo a cena, entrou à sua frente e foi fatalmente baleado. Era o primeiro dos seis atentados à bala na vida de Plínio Salgado decorrentes de sua atuação pelo integralismo.

Que Deus nos permita dedicar a vida e chegar à morte sob a luz do ideal de redenção nacional. Que Cristo nos conceda a honra de, um dia, estrelar ao lado de Rosica, Spinelli, Guimarães, Falcão e todos os mártires da Ação Integralista Brasileira e todos aqueles integralistas anônimos assassinados pelo Estado Novo, assistindo, desde a Milícia do Além, à vitória final, gloriosa e triunfante do Brasil. Porque, como já disse Plínio Salgado: “Só a Morte é bela, porque encerra a vida em sua plenitude e na sua sinceridade. Só a Morte é magnânima, porque sabe de todas as coisas aparentes e ocultas, conhecifas e ignoradas. Só a Morte é decifradora de enigmas. É o sol sem luz e sem calor, mas é a síntese de todas as luzes e palpitações da Vida”.

Nicola Rosica! Presente!
A Nicola Rosica e a todos os mártires do Integralismo, três Anauês! Anauê! Anauê! Anauê!

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