Há 197 anos findava na Província da Bahia a guerra pela adesão provincial à unidade nacional do que se tornou, no proclamar da independência, o Império do Brazil. A luta pela independência do Brasil, iniciada aqui na Bahia, contou com a união surpreendente dos mais diversos tipos de pensamentos políticos presentes na época – unindo dos liberais aos conservadores, dos monarquistas aos republicanos – num interesse comumente brasileiro, e num ato heróico dos compatriotas baianos de desvincularem-se das Cortes de Lisboa repletamente putrefatas pelas alianças maçônicas, ato este que refletiria, em seguida, em todas as outras províncias da Nação.

A coragem, o vigor e o espírito de brasilidade entre os baianos se expuseram no decorrer dos meses de revolução, nas mais variadas batalhas contra os portugueses dentro de nosso território; no derramar do sangue triunfante dos nossos antepassados que dedicaram suas vidas à grandeza da Pátria; da Nação que compreendemos como una, indivisível e, por conseguinte dessa união, forte.

Em forte manifestação cultural, é bom lembrar que por anos (e inclusive nos dias de hoje), nosso povo relembra com grande orgulho esta data de dois de julho, na expressão da Alegoria do Caboclo que combate o dragão da opressão em nome de sua Pátria; nos relatos, inclusive, de interferência divina no transcorrer da revolução; na recordação dos mártires de guerra, e em variadas apreciações culturais de nossa história.

Que nós, integralistas da Bahia, Soldados de Deus e da Pátria, inspiramo-nos no exemplo de nossos irmãos-em-Brasil de todos os dias que representam dois de julho, para nesse mesmo espírito lutarmos pela verdadeira independência de nosso País, hoje escravizado de inúmeras formas diferentes, assim como nosso Estado que – como o caboclo da Alegoria – há anos luta contra a besta opressora do Partido dos Trabalhadores, que vem nos tornando cada vez mais “dependentes” das falcatruas neocolonialistas de sua política econômica: – o senhor Rui Costa.

Via – Integralismo na Bahia

 

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